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Sabe Quando as Mulheres Dominarão o Mundo?

*CUIDADO: Este texto possui conteúdo machista. Se você queimou sutiã, divide a conta no jantar e diz que não tem TPM, favor pular para o post seguinte.

 Eu trabalho em uma empresa que a maioria esmagadora no quadro de funcionários é composta por mulheres. No meu departamento sou uma ilha de testosterona cercado de TPM’s por todos os lados. São 16 para 1. Se você pensou que sou um sortudo, está muito enganado. Naquela semana que precede o Buarque, isso aqui fica mais tenso que a faixa de Gaza. E ai se eu não dançar conforme tocar a música.

O que vou falar, não é mais nada daquilo que todos nós já sabemos, naqueles emails que compartilhamos em nome do Verrísimo, do Jabor e tantos outros que se propõem a falar sobre o assunto. A famosa guerra dos sexos.

Darei um exemplo. Acabou de ser contratada mais uma mulher para outro departamento, ao lado do meu. Ela fica em uma sala fechada, junto com outra mulher. Apenas as duas parecendo o Glub-Glub dentro do aquário. A coitada mal fala bom dia quando chega, não fala com ninguém, não tem nada no afazeres dela que necessite um contato com este lado, mas quatro mulheres daqui já falaram a mesma coisa, “Olha, ela não me fez nada. Mas meu santo não bateu com o dela”.

Como assim “O santo não bateu”? Uma, ou duas eu até entendo, mas QUATRO. Ai já é um pouco demais. Nem vou falar no caso dos homens que iriam cagar e andar para o funcionário novo, até que ele tentasse se incluir no futebol da quarta e na cerveja da sexta, daí todos teriam a oportunidade de conhecê-lo e só a partir daí saber se ele é um cara legal ou se será zuado para todo o sempre.

Esse tipo de comportamento só me leva à seguinte conclusão. As mulheres NUNCA dominarão o mundo. Temos ai a Dilmão, a Angela Merkel e a Cristina Kirchner, mas se a Michele Obama decidir se candidatar entorna todo o caldo. Imagina a Dilma, “Ai não vou negociar mais as exportações de sapato para a Alemanha porque não suporto aquela cafona da Angela”. Que por sua vez, não vai querer renegociar os juros com a Cristina, pois os tapetes da Casa Rosada cheiram a mofo.

Claro que podem vir aqui às feministas e dizer que não é nada disso que eu estou falando, que é um absurdo, e que eu sou machista e preconceituoso. Sim eu sou. Mas a grande maioria das mulheres age de uma maneira que só me faz pensar desta forma. São elas que devoram potes de sorvete na TPM e reclamam que não tem roupas para vestir porque estão gordas, que acham que homem tem que pagar a conta, mas discursa na frente das amigas que dividi tudo para mostrar que é independente, que ainda fica esperando o príncipe encantado ligar no dia seguinte, e todos os outros exemplos que vejo aqui todo santo dia.

Portanto mulheres, a culpa não é nossa. É de vocês.


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Cavar!

Decidi cavar um buraco e nele me enterrar,

Mas antes o fundo do poço desejei encontrar.

Joguei muita terra para cima, até o sol não mais enxergar.

Mesmo assim não estava satisfeito, e pá atrás de pá eu tratei de cavar.

Silêncio. Nenhum bicho a grasnar.

Acho que agora o caminho consegui alcançar.

Um lugar no mundo, mudo. Onde não há ninguém a falar.

Foi esse silêncio que vim buscar.

Senhor diabo, faça o favor de me dar.

Aceito minha alma trocar.

Só por um momento me faça escutar.

O tique-taque do relógio a rodar.

Sei que isso está parecendo a velha a fiar,

Mas para algum lugar esse buraco terá que me levar.

Uma reflexão de merda!

Foi justamente em um dos únicos momentos do dia em que paro para pensar na vida, que comecei a pensar na idéia deste texto. Não! Não foi sentado no trono (mas iria a calhar também), mas embaixo do chuveiro que comecei a pensar em como esses poucos momentos fazem toda a diferença na nossa vida.

Vivemos cada dia correndo mais e mais, sabe-se lá para se chegar aonde, mas continuamosem frente. E observando as pessoas aqui da repartição, vejo que muitas nem água conseguem tomar durante o dia. Além de todos os problemas fisiológicos que isso pode acarretar, a pessoa não tem um tempo para respirar fundo, dar um gole naquela água gelada, senti-la descendo pela garganta até se perder pelas entranhas do nosso corpo.

Certa vez um médico me disse que tenho tanta pressa que nem paciência para cagar eu tinha. Sentava no vaso, conta até três e já saia do banheiro, serviço feito ou não. A partir daí comecei a valorizar as minhas idas ao banheiro, visando melhorar o funcionamento do organismo sem ter que recorrer a iogurtes, coisas naturais ou qualquer outra coisa que o valha. No começo foi um sacrifício, um martírio, ficar sentado lá olhando para as paredes, reparando nas rebarbas do azulejo… Até o dia em que comecei a pensar na vida, nos problemas e tudo mais que estava acontecendo no meu dia. Foi uma verdadeira descoberta, um mundo novo surgiu deste então.

Cada um tem uma maneira de ter o seu momento de reflexão, seja ele antes de dormir, embaixo do chuveiro ou sentado no vaso. Mas voltando ao começo do texto, vivemos correndo e se não temos tempo de beber água, tampouco teremos tempo para tomar um belo banho, daqueles que enfumaçam o banheiro todo. Pensar antes de dormir? Imagina! O corpo cai na cama e você não consegue nem programar o celular para despertar no dia seguinte.

Talvez seja esse um dos principais motivos do stress coletivo. Não temos tempo para essas pequenas coisas, que vão se somando aos problemas maiores, e lutamos para resolver tudo. Queremos abraçar o mundo e nos tornarmos o Messias prometido, pacificando as guerras entre os vizinhos, a cunhada que é insuportável, o cachorro que late de madrugada.

Não meus caros! Vamos nos atentar apenas ao nosso umbigo. Sejamos individuais, mas não individualistas. Saibamos conviver em grupo, mas demarcando o nosso território, o nosso tempo, as nossas necessidades. Mesmo que ela seja apenas… UMA SIMPLES CAGADA!

 

Por uma vida menos integral!

Esta semana estava sem vontade de almoçar, então fui a uma doceria que fica perto do meu trabalho a fim de comprar algumas besteiras para comer durante a tarde na hora que a fome batesse. A oferta de guloseimas é sem fim, desde dip n’ lik, passando por tubos de pringles até barras gigantes de kit-kat. Mas fui objetivo e peguei apenas um pacote de Fandangos de presunto, o meu favorito desde criança, um pacote de trakinas de morango, outro xodó dos tempos de escola e alguns dadinhos e guarda-chuvas de “chocolate”, daqueles bem vagabundos, que o mais próximo do chocolate que aquilo tem, deve ser o apelido do operador da máquina que embala os doces. Mas compra feita, voltei para o escritório todo feliz da vida onde teria uma tarde cheia de açúcares e gordura.

Comecei a reparar nas novas embalagens e já fiquei intrigado, na do salgadinho estava em letras enormes “Sem gordura trans” e na da bolacha a receita mudou e agora contém farinha integral no biscoito. Abri o pacote e biscoito continuava apetitoso como antes, ao menos era o que me parecia antes de colocá-lo na boca. O gosto de farinha já me deixou com vontade de jogá-lo fora, falta de educação seria oferecer aquela coisa horrível para alguém. Tentei comer mais um para ver se não era problema do paladar. Cheguei a consultar a validade, mas ainda faltava mais de um ano para vencer. O problema era a tal da farinha. A fórmula da bolacha que por muitas manhãs me alegrou foi alterada, sem consulta aos consumidores, o que chega a ser um desrespeito. Tais questões em um mundo perfeito deveriam ser convocadas um referendo nacional e decidirmos nas urnas se mudariam ou não à receita original.

Decidi partir para o Fandangos, esse seria menos inofensivo, agora ele era assado, ao invés de frito, o que faria muito bem para o meu colesterol, que não sei a quantas anda, mas isso é uma coisa que só irei me preocupar quando for um homem 3D, ou seja, três dígitos na balança, de resto continuarei a minha vida se me preocupar com isso. Abri o pacote e percebi que o salgadinho realmente estava mais seco, na ponta dos dedos já não ficava mais grudado o farelo, que contrariando nossa boa educação enfiávamos na boca e lambíamos tudo, sem deixar o menor vestígio de sal ou gordura. E assim comi o saco inteiro e Não foi surpresa nenhuma não encontrar mais aquele farelo delicioso no fundo, aquele que esticávamos o saco e inclinávamos a cabeça para trás e ele escorregava maravilhosamente para dentro da nossa boca e passando e depois de engolir passávamos a língua nos lábios, como sinal de saciedade. Só me restou os dadinhos e os guarda-chuvas de chocolate, esses não poderiam me desapontar. Eles permaneciam mal embalados, e isso era um bom sinal, os cabinhos continuavam com rebarba, feito com aquele plástico bem ruim, e que mesmo assim ficávamos mascando incansavelmente depois de comer o chocolate. Quando abri o primeiro dadinho percebi que ele estava mais claro, mais pálido, quase sem vida. Pensei que talvez fosse apenas por estar velho, mas não, definitivamente não. A geração saúde chegou até a fábrica de dadinhos. Ele esta agora sem gosto, sem gordura, sem nada. O espírito saudosista estava ganhando força e esse é um que eu gosto de deixá-lo bem escondido, não gosto de viver de passado. Mas foi um golpe duro demais para mim, uma seqüência de chutes e socos que me senti o Belfort apanhando do Anderson Silva.

Para minha sorte, aqueles pequenos chocolates mantiveram suas raízes, o gosto de gordura saciou meu paladar e ao menos pude ser feliz em alguns segundos. Tamanha frustração foi o meu almoço. Justo eu, que acredito que um dos poucos prazeres dessa vida é justamente esse, poder saborear uma boa comida, com todos os ingredientes que compõem o figuro, não poderia estar vivenciando aquilo. Me vem logo à cabeça um mundo cheio de pílulas iguais as de astronauta, comidas cada vez mais sem gosto, sem vida.

Culpa de quem? Dessa geração saúde, viciada em barrinhas de cereais feitas de serragem com granola, que passa a vida comendo sementes e folhas, e faz o paladar esquecer o sabor da vida. De uma picanha bem suculenta, com aquela capa de gordura, ou então de uma macarronada com muito queijo ralado. Trocam tudo isso por um prato de alface e chicória, e uma porção de frutas secas. Sacrifícios para alcançar um corpo perfeito, e exibi-lo por ai como se exibem os frangos que ficam a girar nas padarias de domingo.

Quero Apenas Falar!

 

Gostaria de saber escrever.

Como os poetas, os romancistas, os escritores.

Expressar o sentimento, que ora sufoca o coração ora inunda-o de alegria.

Não quero saber rimar panela com janela,

Isso eu mal sei fazer.

Quero transformar a minha dor, nas dores do mundo.

Que meu pranto seja ouvido por aquele monge budista no alto do Himalaia.

Que o meu sorriso ilumine os mares como o Farol de Alexandria

Quero apenas falar.

Minha saga pela camiseta P.

Segunda-feira, 20 de junho de 2011. Após sair do trabalho, decido passar em uma farmácia para conferir o meu peso atual. Depois de um final de semana que comilanças, decidi não empurrar mais com a barriga, literalmente, o que era para eu ter começado há muito tempo. O temido REGIME. Tenho 1,73 de altura e sempre mantive o peso na faixa dos 65 kg. Relativamente magro, me dava o luxo de usar camisetas e camisas de tamanho P. O que era uma maravilha, afinal de contas a maioria dos homens usa M ou G, então todo o modelo que eu escolhia, sempre tinha no meu tamanho. Mas desde o fim da faculdade, no longínquo ano de 2007, entrei em uma vida completamente sedentária, assíduo praticante do esporte zapear canais de televisão, com maratonas intermináveis de dormidas no sofá. Sem contar o levantamento de garfo, montanhas e montanhas de comidas, lanches e qualquer coisa mastigável que eu encontrasse pela frente. Em quatro anos consegui engordar 13 kg, saindo dos modestos, 65 para os temidos 78 kg.

Comecei a notar que as minhas roupas ficaram um pouco apertadas, enquanto eu observava uma protuberância brotar em minha região abdominal. Mas até então era um segredo só meu, uma lei do silêncio estabelecida, onde eu não falaria nada sobre ela, e ela ficaria ali quietinha sem se manifestar, ou melhor, sem aumentar de tamanho. Mas não foi bem isso que aconteceu. As pessoas começaram a reparar, a comentar que eu tinha engordado. Que tinha ganho um pneuzinho, inclusive aquelas que tanto me defenderam a vida toda, minha irmã, minha mãe e até o meu avô. Para um homem reparar na barriga de outro homem é porque a coisa está realmente séria. Foi um choque, não que eu não tivesse percebido que minha quantidade de consumo de calorias, gorduras e doces tivesse aumentado, mas tudo bem era só uma fase eu pensava, mas a tal da fase nunca passou e parecia que tinha vindo para ficar.

Neste último final de semana, foi aniversário do meu avô, como tenho uma família pequena, são sessenta pessoas entre tios, primos, filhos dos primos e porras nenhuma, a quantidade de comida servida foi gigantesca. Como somos filhos de lusitanos não pode faltar bacalhau, vinho do porto, tremoço e muita, mas muita sardinha na brasa com fava portuguesa. Sinal de comilança sem fim, e assim foi. Ficamos até as Sete e meia da noite assando sardinha e jogando conversa fora. Nada mais gostoso para um encontro em família. Mas não sei o que pesou mais, os 2 kg de sardinha que comi ou a consciência. Fui praticamente queimado na fogueira da inquisição por minha namorada, mãe e irmã ao final da festa.

Então decidi que a partir de hoje, segunda-feira, começarei a minha saga em busca da minha camiseta P. Quero voltar a usar calça 38, camisa tamanho 1 e camiseta tamanho P. Perderei os 13kgs ganhos nestes últimos anos. Nada de muito radical, sem remédios, folhas de alface como refeição ou qualquer outra fórmula mirabolante. Como moro a menos de cinqüenta metros do Parque da Água Branca, estabeleci que irei caminhar e correr por lá todos os dias, de segunda a sexta-feira durante uma hora. Farei duzentas abdominais e assim que tiver condições financeiras entrarei em uma academia. Já parei de tomar refrigerantes e comer doces industrializados. Me alimentarei de três em três horas e farei cinco refeições diárias. Com o objetivo de perder 2 kg por mês. Farei um post semanal para relatar como está sendo essa minha experiência e atualizando a minha pesagem. Chegando ao verão com a tão sonhada barriga tanquinho. Ok, isso é exagero da minha parte. Mas não mais ostentando este que muitos barrigudos conformados por ai chamam de “calo sexual”.

O verão NÃO é para você!

Na sua casa tem ar condicional central ou ao menos no seu quarto? Você pode ir para qualquer praia do Caribe ou do Nordeste brasileiro quando sentir vontade? Se a sua resposta foi não para as duas questões acima, sinto-lhe informar, mas o Verão não te pertence, meu caro.

O Verão é a estação dos ricos, milionários, bilionários, zilhardários ou o que seja que há essa hora estão a bordo de seus iates luxuosos atracados na Bahamas ou Jamaica, cercados por lindas mulheres fazendo topless e tomando prosseco, ou em qualquer beach club no litoral catarinense aproveitando o sol escaldante, enquanto você está dentro desta roupa insuportavelmente quente, em um escritório que parece a filial do inferno de tão abafado, sonhando com uma cerveja gelada na Praia Grande.

Não me venha com aquela história de que no verão todos acordam mais dispostos, estão todos mais felizes e que gostaria que fizesse sol o ano todo. Isso é mentira. Eu duvido que você sustente esse pensamento quando chega à estação Sé, e tem que entrar em um vagão que mais se parece uma lata de sardinha. Encarar uma viagem de duas horas e um ônibus lotado, onde você sai mais amarrotado do que roupa que acabou de sair da máquina de lavar. Ou então quando você precisa andar na hora do almoço para comer aquele bandejão e corre para se refrescar com uma casquinha do McDonald’s. Toda noite é o mesmo parto, você abre todas as janelas da sua casa, liga o ventilador e fica fritando na cama, afinal de contas você não tem ar condicionado, e mesmo que tiver, terá que gastar todo o seu salário para pagar a conta de luz.

Odeio aquela ladainha quase mantra que todo proletariado repete, “como eu gostaria de estar em uma praia agora”. Eu também gostaria de tanta coisa e nem por isso fico repetindo em voz alta para que aconteça. Acho que as pessoas pensam que se repetir isso três vezes em voz alta irá acontecer. O mais próximo que você chegará de uma praia é o Sesc Itaquera e olhe lá.

Portanto peço encarecidamente que não fique me torrando a paciência com assuntos ou comentários como esse. Isso deixará o meu verão senegalês menos insuportável.

Não gosto de Super-Herói!

 

Não gosto de super-heróis. Isso é fato. Nunca gostei de HQ’s, nem desenhos, muito menos jogos de vídeo-game, agora essa febre por filmes de heróis me irrita um tanto quanto. Quarteto Fantástico, Thor, Capitão América, daqui a pouco até o Homem-Codorna ganhará um filme. Devo ter assistido ao primeiro do Homem-Aranha, algum do Super-Homem, e o Batman só para ver a atuação do Heath Ledger.

Qual a graça de ver alguém salvar o planeta, que não seja você? Idolatrar o cinturão cheio de traquitanas de um cara vestido de freira? Ou pior, usar a cueca por cima da calça? O pior é o povo que gosta daqueles heróis do segundo-escalão, tipo Lanterna Verde, Homem de Ferro e tantos outros, estou falando apenas de um pequeno universo desses heróis. Se você for a uma feira de cosplays verá o quão farto e diversificado é esse universo, para não dizer babaca. Tem coisa mais cretina que você sair da sua casa, e ir para um lugar vestido de Ash (Pokemón) que não seja uma festa a fantasia?

Acho divertido ter super-poderes, se pudesse, gostaria de ter apenas um. Voar. Apenas para sentir o gosto da liberdade. Explorar cada canto do planeta, cada por do sol, cada cidade com suas luzes ao anoitecer. Ver o mundo de um ângulo que só os pássaros podem ver. Cruzar os oceanos, subir além das nuvens. Poder subir no prédio mais alto e se jogar sem se esborrachar lá embaixo. Poder e Liberdade, duas coisas que jamais se entenderão. Quero as duas.

Wikileak,Ipad e Orwell

Lendo algumas noticias comecei há refletir um pouco sobre essa história toda do Wikileaks e o seu vazamento de dados. Algumas ponderações são interessantes. Quero deixar claro que estas serão as minhas opiniões, e cada um tem o total direito de concordar ou não sob processo de decapitação e/ou apedrejamento em praça pública sobre essa história toda.

Os mais otimistas acham que essa história toda é apenas a ponta de um iceberg. E que saberemos toda a verdade sobre o poder dos EUA, a influência no mundo, os seus planos secretos, a área 51, onde está Ulisses Guimarães, Elvis e agora Michael Jackson.

Não sou a favor do vazamento deste tipo de informação, mas já que vazou que se publique tudo.

Toda essa história me faz lembrar de um livro que me impressionou, e chego a dizer que influenciou o meu modo de pensar, o nome dele, 1984 de George Orwell. Em linhas gerais o livro retrata a história onde um partido controla todo aquele país, seus cidadãos e toda a informação que chega a eles. Olhando friamente isso acontece no nosso dia-a-dia meio que inconscientemente somos controlados, manipulados ao bel-prazer do poder maior. Não existe um governo que controle, e sim um sistema, O CAPITALISMO. Cada dia somos invadidos por informações, produtos e serviços que faz com que não consigamos pensar em outra coisa. Agora a nova febre é o IPAD, todos querem ter um, todos correm para isso, matam por isso. (estou exagerando, calma). Onde vou chegar com isso tudo?! Não sei. Mas os governos estão hoje nas mãos dos grandes conglomerados, o que manda é o dinheiro, a bufunfa, e isso é o que importa. A indústria bélica americana necessita de uma guerra para sobreviver, para eleger o próximo presidente, para continuar controlando o mundo. O vazamento dessas informações pode acabar com o prestigio das indústrias americanas, do governo americano, que já está bem desgastado, e consequentemente poderemos ter na próxima década um novo cenário do poder mundial. O bloco europeu está enfraquecido, e os paises emergentes do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) poderão assumir as rédeas da situação, de uma forma mais humana, social e menos capitalista. Vamos aguardar e torcer para que novas informações apareçam.

Meio surto, meio devaneio para viagem, por favor!

Desde pequeno sempre tive acesso a jornais, livros e revistas. Quando aprendi a ler, aos 6 anos já pegava o jornal para ler os quadrinhos, depois as noticias do Corinthians, e com 10 já lia até a parte de economia. Minha mãe, professora de português, nos trazia diversos livros que ela ganhava das editoras, como os da coleção Vagalume, por exemplo. Desde então ler passou a ser um hobbie divertido, e isso facilita o modo como nós nos expressamos, conversamos com as pessoas e escrevemos.

Hoje em dia, o brasileiro lê mais, estuda mais, mas continua falando e escrevendo mal e errado. Mas o problema não é apenas esse. Acaba por refletir na educação, na civilidade, nos modos e na vida em geral. Nos livros temos exemplos de tudo isso, e cabe a nós colocarmos em prática o que aprendemos.

Quantas vezes “entramos de cabeça” na história, e devoramos o livro em um piscar de olhos. Essa prática é ótima, exercita o nosso cérebro, conseguimos absorver conhecimento e desenvolver uma habilidade muitas vezes esquecida pelos adultos, a de criar fantasias. As pessoas vivem atarefadas, correndo para cima e para baixo, com um alto nível de stress. Algumas ainda conseguem quebrar esta rotina, praticando algum esporte, cuidando do corpo. Mas acabam por não cuidar da mente. Já dizia um filósofo grego que o nome não me recordo, ” Corpo sano, mente sana”. E não é só atravez das palavras-cruzadas, sudokus e afins que malhamos os neurônios, precisamos inventar histórias, criar personagens, enredos, tal qual um livro. Olhem as crianças, fazem isso como ninguem, com coisas simples inventam histórias, brincadeiras lúdicas e belas. Temos que levar isso ao nosso dia-a-dia, como exemplo, para melhorar o modo como vivemos, deixar o lado truculento de não dizer um “bom dia” quando se entra no elevador, e abrir um sorriso para o mundo. Como atitudes e não palavras podemos fazer a nossa parte. Muitas vezes um “com licença”,” muito obrigado” pode desarmar um “inimigo”.

Faço este convite. Tente, insista, vamos deixar este mundo cinza um pouco mais alegre e melhor para se viver. Vamos fazer a nossa parte. Sejamos crianças mais uma vez.

 
 
 
 
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